quarta-feira, 27 de julho de 2011

Seminaristas em Missão

O Seminário em Missão

De 3 a 9 de julho, nós, seminaristas da Diocese de Campo Limpo realizamos uma missão evangelizadora na Paróquia Santa Paulina, localizada no município de Embu das Artes. Esta missão contou com a participação de 27 seminaristas da diocese. 

A matriz da Paróquia Santa Paulina foi o local onde nos reunimos no dia 3, - domingo, dia de São Pedro e São Paulo – para dar início às atividades da semana de missão evangelizadora. O pároco padre Alessandro Masoletto presidiu a Santa Missa, concelebrada pelos reitores padre Juarês Martins e padre Lidionor Sampaio , além do padre Douglas Wallas, vigário da paróquia Santa Terezinha de Embu-Guaçu que se dispôs a participar da semana missionária.  Espiritualmente fortalecidos pela Eucaristia, ao final da Missa fomos acolhidos pelas famílias que se ofereceram para hospedar os seminaristas ao longo da semana. 

Todos os dias nossas atividades começavam com a oração da manhã; em seguida saíamos pelas ruas, casa por casa, visitando as famílias e comércios situados na comunidade que estávamos naquele dia. Ao meio dia, o almoço: além de refazer nossas energias, também foi momento de compartilhar as experiências vividas durante as visitas. Ao longo da tarde mais visitas e mais experiências que podíamos oferecer na Missa todos os dias, esta celebrada no início da noite com a participação da comunidade e de muitas pessoas que haviam sido visitadas durante o dia. Padre Juarês aguardava na igreja pessoas que necessitavam de algum atendimento ou eventualmente visitava algum enfermo. Após a Missa retornávamos às famílias que nos hospedavam e também com elas partilhamos as nossas experiências.
Localizada no bairro Itatuba, a comunidade Matriz, Santa Paulina, foi a primeira onde realizamos a missão evangelizadora. E lá os seminaristas puderam ter, logo na parte da manhã, uma mostra das dificuldades que encontrariam pela frente e que são próprias da missão, quer onde ela aconteça: pessoas que não atendem apesar de estarem em casa, outras que recebem mal, mesmo sendo católicos. Além disso, encontramos muitos católicos afastados, que há anos não freqüentam a Igreja por falta de interesse.

Terça-feira nosso destino foi a comunidade Sagrado Coração de Jesus, no bairro Ressaca, onde nos deparamos com uma situação interessante e animadora. Muitos de nós, ao batermos nas casas, nos deparávamos com pessoas que aguardavam a nossa visita ansiosamente. Não era à toa: boa parte dessas pessoas freqüentam assiduamente esta comunidade, marcada justamente pela boa participação dos moradores da região. Encontramos ainda muitas famílias recém chegadas ao bairro e que mostraram interesse em participar da paróquia.

Diferente dos dias anteriores, quarta-feira nos dividimos em dois grupos. Um grupo foi para a comunidade Santa Rita, enquanto a outra parte se dirigiu à comunidade São Pedro. Ambas as comunidades estão em regiões com características rurais, com sítios e chácaras. Portanto a distância entre as casas é bem maior do que nas comunidades anteriores. Ao lado das chácaras e sítios de pessoas abastadas, encontramos pessoas simples desprovidas de bens que hoje são comuns nos centros urbanos: telefone fixo, televisão e transporte público. Para chegar ao ponto de ônibus mais próximo é preciso andar 3,5 quilômetros, segundo relato de uma moradora. Alguns jovens dali têm encontrado apenas nas drogas alguma “distração”.

Na quinta-feira nossa missão avançou para a comunidade Sagrada Família, no convento das Irmãs Franciscanas de Bonlanden. Esta região é caracterizada pelo cultivo de flores e plantas em propriedades de grande área. Isto significou percorrer longas distâncias para encontrar poucas pessoas, muitas delas nada dispostas a ouvir a Palavra de Deus. Há a presença forte de japoneses, a ponto de haver uma missa em japonês, uma vez ao mês, na comunidade. Esta região está bem servida: além da comunidade Sagrada Família, os moradores contam com a presença da Cela São José - Mosteiro São Geraldo - e da comunidade Santa Isabel, pertencente à paróquia vizinha.

Sexta-feira foi a vez da sexta e última comunidade da paróquia, a Nossa Senhora de Fátima, localizada no Caputera. Logo de início ficamos surpresos pela recepção da comunidade; pessoas engajadas que se colocaram a nos ajudar nas visitas, indicando as ruas, tornando a missão mais eficiente. Nesta região pudemos visitar muitas casas e famílias. Por muitos seminaristas esta foi considerada uma das comunidades em que a missão mais deu frutos.

O sábado foi marcado por muitas atividades. Conhecemos a Casa de Acolhida Santa Paulina, administrada pela Cáritas. Lá são recebidos jovens menores de 18 anos em situação de vulnerabilidade social, encaminhados pelo Conselho Tutelar de Embu. Em seguida houve uma reunião de avaliação, onde relatamos ao padre Alessandro as impressões, alegrias, dificuldades e desafios que encontramos na paróquia ao longo da semana. Ao final do dia, por fim, Dom Luiz Antônio Guedes presidiu a Missa em ação de graças pela missão realizada  na paróquia. A paróquia estava em festa: era dia de Santa Paulina e momento de agradecer a Deus pelas sementes da Palavra de Deus que foram lançadas em cada lar e em cada coração que recebeu a visita missionária nesta semana. E, evidentemente, pedir que Deus, a seu tempo faça tais sementes germinarem e darem frutos.

Pudemos perceber mais diretamente a gravidade dos desafios que nós, enquanto Igreja, temos pela frente. A missão, mesmo aos mais próximos, se faz cada vez mais necessária. Quanta surpresa causamos em muitos que jamais imaginavam receber a visita de católicos. Houve quem perguntasse se não éramos de alguma igreja evangélica ou se estávamos pedindo dinheiro. Há também as surpresas boas: muito me impressionou o ar de contentamento em que uma senhora exclamou ao final da visita a sua casa: “Estou muito contente, pois hoje a Igreja visitou a minha casa!”.

Ao final desta missão, nós seminaristas concordamos que mais do que oferecer algo às pessoas, nós saímos beneficiados desta missão pela valorosa experiência que enriqueceu nossa formação. Estamos imensamente agradecidos pela acolhida proporcionada pela paróquia Santa Paulina em todas as suas comunidades, a cada uma das famílias que nos hospedou e também ao padre Alessandro Masoletto. Que Deus abençoe a todos. 

 Sem. Rodrigo Antonio da Silva















sexta-feira, 13 de maio de 2011

Pastoral Vocacional

                          ENCONTROS VOCACIONAIS

A proposta da Pastoral Vocacional da Diocese de Campo limpo, para esse ano de 2011 é fazer  11 encontros vocacionais, seguindo um esquema proposto pelo Frei Carlos Mesters.

Em Fevereiro já refletimos sobre A RAIZ DA NOSSA VOCAÇÃO. Em Março já refletimos sobre AS RESISTENCIAS À VOCAÇÃO.  Em Abril já refletimos sobre JUVENTUDE E VOCAÇÃO E

E agora em Maio, no domingo dia 22, às 15 horas,  refletiremos sobre o tema: IMAGEM DE DEUS NA CABEÇA E DESCOBERTA DA VOCAÇÃO. O Conteúdo desse encontro será apresentado pela Irmã Terezinha Cotta .

Você jovem,  que deseja descobrir qual o projeto de Deus para a sua vida, venha participar conosco. O encontro acontece na Rua Conrado de Deo, 120 . Este local fica em frente a Catedral Sagrada Família .
O encontro está sendo preparado como muito carinho. Aguardamos você .

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ENCONTROS VOCACIONAIS

A proposta da Pastoral Vocacional da Diocese de Campo limpo, para esse ano de 2011 é fazer 11 encontros vocacionais, seguindo um esquema proposto pelo Frei Carlos Mesters.


Em Fevereiro já refletimos sobre A RAIZ DA NOSSA VOCAÇÃO. Em Março já refletimos sobre AS RESISTENCIAS À VOCAÇÃO.
E agora em abril, no próximo domingo dia 24, às 15 horas, refletiremos sobre JUVENTUDE E VOCAÇÃO.

Você jovem, que deseja descobrir qual o projeto de Deus para a sua vida, venha participar conosco. O encontro acontece na Rua Conrado de Deo, 120 . Este local fica em frente a Catedral Sagrada Família .
O encontro está sendo preparado como muito carinho. Aguardamos você .

terça-feira, 12 de abril de 2011

A IDENTIDADE MISSIONÁRIA DO PRESBÍTERO NA IGREJA, COMO DIMENSÃO INTRÍNSECA DO EXERCÍCIO DOS TRIA MUNERA

 
A IDENTIDADE MISSIONÁRIA DO PRESBÍTERO NA IGREJA, COMO DIMENSÃO INTRÍNSECA  DO  EXERCÍCIO DOS TRIA MUNERA
                                
Carta circular
         Apresentamos a seguir um resumo  desta Carta.

Entre os dias 16 e 18 de março de 2009 foi convocada uma plenária da Congregação para o Clero com intuito de refletir sobre o tema: A identidade missionária do presbítero na Igreja como dimensão intrínseca do exercício dos tria munera”. Mesmo sendo uma simples coincidência de datas, não é sem significado que Bento XVI escolheu dar a notícia de um Ano Sacerdotal – celebrado em toda a Igreja de 19 de Junho de 2009 a 19 de Junho de 2010 – no contexto do discurso inaugural desta assembleia.
Bento XVI recorda que não apenas a Igreja, mas também – e exatamente porque intrinsecamente ligado a ela – o ministério sacerdotal é missionário.  O argumento, como é fácil reconhecer, toca pontos nevrálgicos da eclesiologia. A missionariedade pertence à natureza própria da Igreja, como aparece já no decreto conciliar Ad Gentes, onde se lê que “a Igreja durante a sua peregrinação sobre a terra é por sua natureza missionária” (AG. § 2). A missão, portanto, não pertence tanto às ações da Igreja, mas à sua intima constituição, ou seja, não pertence àquilo que a Igreja faz, mas àquilo que a Igreja é. Em outras palavras, ela “é chamada, por sua natureza, a sair de si mesma dirigindo-se ao mundo”.
A missionaridade e a universalidade são elementos constitutivos da vida e ministério de Jesus e, por conseguinte, de todo cristão segundo sua vocação pessoal que, em virtude do batismo e da confirmação, possui o dever de confessar publicamente a fé.
Para o ministro ordenado, a missionaridade não é uma confissão pública mais intensa. Ele é um ser-para-a-Igreja configurado sacramentalmente ao Cristo Pastor, Sacerdote e Cabeça. O ministério sagrado exige uma adesão à apostólica vivendi forma, uma ‘vida nova’, um novo ‘estilo de vida’ completamente comprometido com a missão da Igreja – prolongamento no mundo e na história da missão de Cristo. Portanto, mesmo inserido numa Igreja Particular, a missão do sacerdote, ela é universal.
Este ‘estilo de vida’ provoca uma tensão para a perfeição moral e espiritual da qual depende, em grande parte, a eficácia do ministério ordenado. Deus é a única riqueza que os homens desejam encontrar em um sacerdote. Portanto, segundo o Papa, “parece urgente a recuperação da consciência que impele os sacerdotes a estar presentes e ser identificáveis e reconhecíveis quer pelo juízo da fé, quer pelas virtudes pessoais, quer também pelo hábito eclesiástico, nos âmbitos da cultura e da caridade, desde sempre no coração e da missão da Igreja”.
A missão do presbítero se identifica e se realiza na Igreja. Ela é ‘eclesial’, ‘comunial’, ‘hierárquica’ e ‘doutrinal’.  A missão é ‘eclesial’ “porque ninguém se anuncia nem se leva a si mesmo,  mas, dentro e através da própria humanidade, cada sacerdote deve estar bem consciente de levar Outro, o próprio Deus ao mundo”. É ‘comunial’, nem tanto pelas instâncias visíveis de comunhão, mas porque deriva “da intimidade divina em que o sacerdote é chamado a ser perito”.  “as dimensões hierárquica e doutrinal sugerem que se confirmem a importância da disciplina (este termo liga-se a discípulos) eclesiástica e da formação doutrinal”, em continuidade com a Tradição ininterrupta da Igreja.
No que concerne à especificidade e potestade do ministério sacerdotal, é o próprio Cristo quem constitui seus ministros. Não são simplesmente delegados pela comunidade. Logo, sua missão é a mesma confiada aos Apóstolos – configuração sacramental ao Cristo Pastor, Sacerdote e Cabeça – daí deriva o exercício dos tria munera: múnus docendi, múnus sanctificandi e múnus regendi.
O documento fruto da plenária ressalta que a urgência missionária hodierna exige uma renovada práxis dos presbíteros, dirigida não somente à missão ad gentes, mas à porção do rebanho supostamente evangelizado que pouco  conhece de Jesus Cristo. Insiste de forma contundente que o futuro da Igreja depende dessa ação. É principalmente nas paróquias que os presbíteros, enquanto colaboradores dos bispos, têm responsabilidade “pastoral direta com o acontecimento transformador e redentor que se realiza no cotidiano da sociedade”. 
A singularidade crítica do contexto histórico exige da Igreja, sem desvalorizar o trabalho de congregações missionárias e o frutuoso trabalho de sacerdotes fidei Donum – padres diocesanos que vivem seu ministério nas chamadas terras de missão – uma grande concentração de esforços no que a Encíclica Redemptoris missio chama de missão ad intra. “As Igrejas de antiga tradição cristã (...) não podem ser missionárias dos não cristãos de outros países e continentes, se não se preocuparem seriamente com os não cristãos da própria casa: a atividade missionária ‘ad intra’ é sinal de autenticidade e de estímulo para realizar a outra ad extra, e vice-versa” (RM § 34).
A última parte do documento dá indicações concretas do exercício dos tria munera no tocante à identidade missionária do presbítero.
Múnus docendi: todo exercício do múnus docendi, o dever e a potestade do sacerdote, por excelência o bispo e em sua colaboração o presbítero, de pastorear e ensinar em comunhão e em nome da Igreja, deve tender a Eucaristia.
Neste sentido, o querigma tem importância central. Os presbíteros que exercem seu ministério nas paróquias não devem apenas acolher e evangelizar os que o procuram. É imperativo que busquem, como dito anteriormente, os batizados não praticantes e aqueles que pouco ou nada conhecem de Jesus Cristo. Não devem “deixá-los indefesos (ou seja, privados de capacidade crítica) diante da doutrinação que muitas vezes lhes vem de espaços como a escola, a televisão, a imprensa, a internet e, às vezes, até das cátedras universitárias e do mundo do espetáculo” que às vezes os afastam sistematicamente da verdade ensinada por Nosso Senhor.
Múnus Sanctificandi: Sabe-se que a Eucaristia é o ponto de chegada da missão. “O múnus sanctificandi está ligado à capacidade de transmitir um sentido vivo do sobrenatural e do sagrado, que fascine e conduza a uma real experiência de Deus”. A proclamação da Palavra nas assembleias litúrgicas e “a própria celebração dos sacramentos, bela, condiga e devota, respeitando todas as normas litúrgicas, transformam-se numa evangelização muito especial para os fieis presentes”. É feita uma exortação aos sacerdotes a serem solícitos no sacramento da reconciliação, confessando-se com regularidade e sendo ministros generosos para quem o pedir.
Múnus regendi: “É preciso buscar a execução de uma boa metodologia missionária”. Neste âmbito, os pastores devem pensar a preparação e a organização pastoral nas comunidades eclesiais e paróquias, servindo-se da experiência bimilenar da Igreja e dos novos recursos à disposição. Uma vez que a missão é permanente na Igreja, todos, especialmente os imbuídos de ofício pastoral, devem procurar os meios necessários para dinamizar e otimizar a práxis missionário-pastoral.
Finalmente, o documento destaca “que todos os presbíteros devem receber uma formação missionária específica e cuidadosa. Esta formação deve ter início já no seminário, sobretudo mediante a direção espiritual e um estudo cuidadoso e aprofundado do sacramento da Ordem”, entretanto, “aos presbíteros já ordenados muito beneficiará, e pode-se até tornar necessária, a formação missionária, integrada no programa de formação permanente”. Dada a urgência, pede que cada Bispo e Superior tome as medidas necessárias para dar início a uma renovada e estimulada espiritualidade em seus presbíteros.  

Colaborou nesta edição o Seminarista do Ano Pastoral: Gian Paulo Ruzzi, a quem agradecemos de coração por ter se empenhado em resumir esta carta.

Assembleia da Pastoral Vocacional do Regional Sul 1 da CNBB.

Nos dias 25,26 e 27 de Março aconteceu em Aparecida a Assembleia da Pastoral Vocacional do Regional Sul 1 da CNBB.

O SAV (Serviço de Animação Vocacional ) do Regional Sul I da CNBB, realizou no último final de semana, 25, 26 e 27 de março no Seminário Redentorista Santo Afonso em  Aparecida-SP, a  XXXIII Assembléia do SAV/PV do Regional Sul 1 – CNBB , cujo objetivo foi o estudo do Documento Conclusivo do 3º Congresso Vocacional do Brasil, realizado de 03 a 07 de setembro de 2010. A nossa Diocese de Campo Limpo foi representada pelo . Pe. Lidionor Reitor de Seminário Nossa Senhora Aparecida no Taboão da Serra,  pela irmã Terezinha das Irmãs do Cenáculo. E pela psicóloga Isaura Maria.

Padre Gilson Luis Maia, rcj, mostrou-nos a  importância do marco operacional: Ver, Julgar e agir, sendo que é no “agir” que se consolida a identidade do (a) animador (a) vocacional, além de apontar outras características importantes que devem estar presentes no  perfil do animador vocacional como:  A  Espiritualidade  de intimidade com o Senhor  e mariana. Ver com os olhos do Pai ( Mt 9,36 ), julgar a luz do Evangelho e agir de acordo com a vontade do Espírito Santo;  O Compromisso que tem como objetivo organizar uma Igreja em estado de missão. Dentro da perspectiva da missão, a pastoral vocacional é fruto de uma pastoral de conjunto ( Doc. Aparecida nº 314),  daí a importância do planejamento  e da articulação da Pastoral Vocacional com  as diversas  pastorais existentes na comunidadeA arte do encontro e do diálogo: onde o animador deve promover um itinerário que favoreça o encontro com Deus porque a vocação é expressão da misericórdia do Pai,  é graça.

O religioso enfatiza a importância e a necessidade da SAV-PV oferecer uma atenção especial à “geração Y”. Esta geração tem características próprias, é a geração da tecnologia, do Google, do facebook, do blog, do Orkut, do Messenger. Os jovens gostam da tribo urbana.  Quais são as tribos que se encontra na paróquia? Quais são as características de cada grupo? Somente a partir do conhecimento destas características, é possível formular as estratégias de aproximação e acolhimento, pois, o jovem digital tem sentimentos, tem coração, tem pressa, porém, precisa ser escutado, muitos destes jovens são seminaristas, aspirantes, postulantes. O animador vocacional precisa ter tempo para a escuta, “ser um orelhão”.

Outro ponto  importante de acordo com padre Gilson,  é ressaltar  o valor das diversas vocações, dando uma atenção especial   a vocação matrimonial, a  família, a juventude, a catequese e a liturgia , onde os membros da PV devem se articular nestas áreas auxiliando na  formação  da  identidade vocacional.

A nossa Diocese de Campo Limpo estava bem representada pelos menbros da Pastoral Vocacional, O Pe. Lídio, a Ir. Terezinha e a Isaura.Confira abaixo algumas fotos do Evento:  








quinta-feira, 31 de março de 2011

Aniversários Março!

Já no fim do mês de março, comemoramos no Seminário Nossa Senhora Aparecida, o aniversário dos seminaristas João (27/03) e Jeferson (29/03).
Aos dois nossos parabéns e também nossas orações, que o Senhor confirme a cada dia as suas vocações e lhes dê sempre força para venceer as adversidades do caminho! Feliz aniversário!!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

1° ENCONTRO DA PASTORAL VOCACIONAL - 2011

No dia 27 de Fevereiro de 2011, aconteceu o nosso primeiro Encontro Vocacional deste ano. Foi um encontro muito Bom.

Teve como tema : A raiz da Nossa vocação. Esse tema é baseado no livro do Carlos Mesters. O tema foi apresentado pela Ir. Terezinha da Neves Costa, da Congregação de Nossa Senhora do Cenáculo.

Apesar da chuva muito forte , o encontro teve uma ótima participação.

Participaram do encontro os seguintes Vocacionados.

Elenilson e Rogério da Paróquia São Bento. Otávio Augusto e Augusto da Paróquia Maria Mãe da Igreja. Luiz Fernando, da Paróquia Sanat Luzia. Nadson,Charles, Henrique, e Odair José, da Paróquia Senhor dos Passos. Alexandre, da Paróquia São José Operário - CL. Jose Ribeiro da Paróquia Santo Antônio dos Barnabés, Wesley Michael da Paróquia santa Paulina. Wesley Paixão e José Nilton, da Paróquia São Sebasrtião-CL. Danilo e Humberto, da Paróquia Santa Terzinha-TS. Rafael Camilo, da Paróquia São Sebastião- MG. Lucas Leite e Kauê de Oliveira, da Paróquia São Pedro Apóstolo-TS, e Wellington, da Paróquia Verbo Divino.

Que o nosso bom Deus abençoe a caminhada vocacional de cada um.

Aguardamos todos para o próximo encontro que será no dia 27 de Março às 15 horas.

Se você Jovem perdeu esse encontro e quer participar dos próximos seja bem-vindo, entre em contato conosco pelo e-mail: savpv@diocesedecampolimpo.org.br

Veja abaixo algumas fotos desse encontro.

Um abraço a todos e até lá.

Pela Pastoral Vocacional

Pe. Lídio e Pe. Juarês Martins.
 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Aniversário

                                      
No dia primeiro de março celebramos o
aniversário do nosso irmão seminarista
Dennis Leme Paulo

Que Deus o abençoe
e a Virgem Maria lhe proteja juntos com seus anjos!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Filme - O Ritual

Ontem os seminaristas de Filosofia da Casa Nossa Senhora Aparecida trocaram o tradicional futebol das quartas-feiras por uma boa sessão de cinema.
Junto de nosso reitor, Pe. Lidio, assistimos ao filme Ritual - que mais do que um filme de terror, como se supõe pelo trailler, ou que uma história de exorcismo, como realmente é, trata da vocação de um seminarista.

No filme o cético seminarista Michael Kovak (Colin O'Donoghue) pede dispensa do seminário logo após a sua ordenação diaconal, já descrente de sua fé. Relutante ele é convencido a frequentar um curso de exorcismo no Vaticano, como condição para que que sua dispensa seja concedida. A partir de então, Michael vive uma experiência de redescoberta e reencontro consigo mesmo e com a sua fé. Sua vida muda, sobretudo, quando encontra-se com o o ortodoxo Pe. Lucas (Anthony Hopkins), que o conduz por meio de caminhos obscuros ao reencontro com a Luz Divina.
Ficamos todos muitos satisfeitos e deixamos aqui a nossa indicação!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Missão na Diocese de Campo Limpo

A nossa diocese de Campo limpo, como tantas outras pelo Brasil e pelo mundo, tem se empenhado para o despertar de vocações missionárias. Estamos trabalhando inicialmente com a idéia de organizar uma missão nas férias com os estudantes. Nas últimas férias, 4 alunos do 2º ano de  Filosofia ( José Nelson, Anderson, Márcio Melo e William Paraíso) já fizeram essa experiência, indo em missão juntos com um grupo de leigos e religiosas, na diocese de Presidente Prudente, divisa de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Para as próximas férias queremos dar um vôo mais alto.

                       Que Maria Missionária nos ajude. Amém!

                  Pe. Juarês

                     Reitor do Seminário de teologia

Veja abaixo um relato de uma experiência que tem acontecido na Diocese de Santarém no Pará:

Dom Esmeraldo fala sobre experiência missionária na diocese de Santarém 

Em entrevista a assessoria de imprensa da CNBB, o bispo diocesano de Santarém (PA), dom Esmeraldo Barreto de Farias, falou sobre a 4ª Experiência Missionária, que aconteceu na Área Pastoral de Santa Maria do Uruará, que fica na margem direita do Rio Amazonas, na direção Santarém-Belém, entre os dias 17 de dezembro de 2010 e 22 de janeiro de 2011.

O evento anual contou com a participação de 64 missionários, sendo 47 seminaristas das dioceses de Vacaria e Caxias (RS), Tubarão (PR), Cidade do Goiás (GO), Barretos, São João da Boa Vista e Taubaté (SP), Nova Iguaçu (RJ), Afogados da Ingazeira e Nazaré da Mata (PE), Caicó (RN), prelazia do Xingu (PA) e Santarém.

Dividido em duas etapas, a primeira aconteceu entre 18 de dezembro e 3 de janeiro e compreendeu a preparação inicial que incluiu o retiro orientado  pelo bispo da Cidade de Goiás (GO), dom Eugênio Rixen, a escuta de animadores que falaram sobre a realidade local, o período de visitas às casas da mini-área de Boa Vista do Cuçari e avaliação das atividades dessa etapa.

Já a segunda aconteceu de 4 a 22 de janeiro. Houve dois dias para a escuta da realidade sócio-eclesial da Área Pastoral de Santa Maria. Essa etapa contou com a participação dos missionários do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Brasília e Minas.

Para dom Esmeraldo, a experiência missionária é uma forma encontrada pela diocese de Santarém, com base na Palavra de Deus, de participar da vida da comunidade e levar o espírito missionário da Igreja adiante. “A experiência missionária parte do princípio de que não são suficientes somente os estudos, mas, mais do que isso, é indispensável a reflexão, o aprofundamento e a experiência concreta da missionariedade. Essa experiência é fundamentada na Palavra de Deus que dá motivo ao missionário para que crie forças e entre na vida das comunidades para encontrar  Deus na vida das pessoas”, pontuou.

Dom Esmeraldo destacou ainda que foi valioso ouvir de seminaristas que a experiência foi importante para aprender a conviver, ouvir o próximo e trabalhar em conjunto. “Vários seminaristas disseram que estavam lá para aprender a se despojar e a se entregar totalmente à causa da missão”, lembrou.

“A reação das comunidades é única durante os 40 dias de experiência missionária”, disse  ainda dom Esmeraldo. Ele lembrou que ao receber os missionários, as comunidades “vibram”, pois há lugares que o padre é recebido uma, duas ou três vezes no ano. “Quando veem os missionários que chegam, que vão de casa em casa, que escutam a história de suas vidas, as pessoas ficam encantadas, não só com os missionários de fora, mas também ficam se perguntando ‘e nós que estamos aqui, o precisamos fazer para sermos missionários na realidade da nossa comunidade? ’”.

Para a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Amazônia, irmã Maria Irene Lopes, que também participou da missão, a experiência é um trabalho que merece ser conhecido e vivido pelas pessoas. Ela disse que a riqueza da experiência é valiosa tanto para as comunidades como para os missionários. “É uma experiência única que nos faz entender a vida daquelas pessoas, como vivem em comunidade e como vivenciam a fé. É um valor primoroso para quem mora lá como para quem chega de fora e passa a conhecer aquela realidade totalmente diferente. Me impressionei com a fé que vi naqueles irmãos”, disse a assessora.

A experiência missionária contou ainda com a presença do bispo de Nova Iguaçu (RJ) dom Luciano Bergamin, o secretário executivo do Regional Sul 3 (Rio Grande do Sul) padre Tarcísio Rech; e padres das dioceses de Nova Iguaçu (RJ), Diamantina (MG) e Santarém.

Em 40 dias foram visitadas 33 comunidades e 4 mil famílias.