quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Aniversários Setembro!

Neste mês, aqui no propedêutico, sopraram as velinhas:

Genei, do Santuário São José Operário, que no dia 09 de setembro completou seus 28 anos;

Neuza, que trabalha na lavanderia do Seminário São José (de segunda à quarta) e no Propedêutico Sagrada Família (de quinta e sexta);

e também o Rafael, da Paróquia Santo Antônio (Taboão), que no dia 17 completou seus 20 anos.

Parabéns a todos, e que sob a proteção Maternal da Santíssima Virgem vocês possam continuar a crescer em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens. Felicidades!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Encontro discute organização e atuação do Conselho Missionário do Seminário, no Regional Sul 1

A Comissão Missionária de Seminaristas do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo), se reuniu no último dia 6, no Seminário de Teologia da arquidiocese de Campinas (SP). Em pauta, a organização e atuação do Conselho Missionário do Seminário (Comise), que teve como assessor o padre André Luiz de Negreiros, das Pontifícias Obras Missionárias (POM), de Brasília.


Durante a reunião, os seminaristas conheceram a organização e atuação do Conselho. “O Comise já existe e atua muito bem em algumas dioceses, e precisa se espalhar por todo o Brasil”, disse padre André. Por fim, o assessor orientou os participantes para uma verdadeira articulação sobre a Formação Missionária de Seminaristas (Formise).

O arcebispo da arquidiocese de Campinas, dom Bruno Gamberini, esteve presente na reunião e acentuou a importância do testemunho e do trabalho missionário. "Essa pequena semente dá grande esperança no coração da gente. Derramar o sangue por Cristo é um sentido grandioso de um autêntico espírito missionário. O que falta é uma conscientização missionária para que possa mudar nosso coração”, sublinhou.

Na ocasião foi lida também uma mensagem do bispo de Jundiaí (SP) dom Vicente Costa, responsável pelo Conselho Missionário Regional. “Peço-lhes também para estarem sempre em plena comunhão com seus bispos e formadores e que sejam sempre dispostos a irem “à outra margem” (cf. Lc 5,4), a fim de que todos tenham a alegria de experimentar o grande dom que o Senhor nos proporcionou quando nos chamou para sermos discípulos missionários do seu Reino”, disse dom Vicente.

O seminarista da diocese de Marília (SP), Diego Luiz Carvalho de Souza, que participou da reunião, comentou a importância desse encontro. "Para mim foi um grande e importante momento para a Igreja do nosso Regional, pois diz São Paulo: Pregar o Evangelho é um dever. Fazendo uma opção preferencial pela missão podemos colocar em prática a centralidade da pregação de Jesus".

O Conselho voltará a reunir-se no dia 12 de fevereiro do próximo ano, na diocese de São José dos Campos (SP).

Importância dos Seminários na Igreja

 “Depois, subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram a ele. Designou doze dentre eles para ficar em sua companhia. Ele os enviaria a pregar, com o poder de expulsar os demônios.” (Mc 3, 13-15)

Os seminários, na diocese, se identificam como o monte sobre o qual Jesus chamou os Apóstolos para o seguirem. Com o auxílio de diversas pessoas, especialmente daqueles que trabalham no SAV - Serviço de Animação Vocacional – os jovens chamados vão até Jesus no monte que é o Seminário e aí ficam em sua companhia por alguns anos. Como são importantes os Seminários numa diocese! Ali, os jovens têm a oportunidade de concluírem sua formação acadêmica - alguns ainda no ensino fundamental e médio - e aperfeiçoarem-se em sua formação integral. Posso dizer, com toda a certeza, que se não fossem os Seminários, muitos, dos que já são presbíteros, não teriam tido a oportunidade de desenvolver sua vocação sacerdotal. Chamados ao ministério presbiteral, no Seminário Menor ou no Maior, os seminaristas têm um ambiente favorável para aprofundarem e aperfeiçoarem aquilo que o Senhor iniciou em seu coração desde a mais tenra idade.

Juntamente com seus colegas, os seminaristas ficam em companhia de Jesus no período de permanência no Seminário. E ali, diariamente, por meio dos formadores, vão sendo instruídos e acompanhados vocacionalmente, da mesma forma que os Apóstolos eram acompanhados por Jesus. Durante o tempo de seminário, recebem uma sólida formação, especialmente nas dimensões humana, espiritual e intelectual.

Na dimensão humana, aprendem que “os padres precisam ser gente”, pessoas saudáveis, com uma personalidade humana capaz de facilitar aos outros, o encontro com Jesus Cristo Redentor. Ajudados pelos formadores, especialmente pelo Reitor e Diretor Espiritual, cultivam uma série de qualidades humanas, necessárias à vida sacerdotal, tais como: a educação para o amor à verdade, a lealdade, o respeito a cada pessoa, o sentido da justiça, a fidelidade à palavra dada, a verdadeira compaixão, a coerência... Na convivência com os formadores, professores e colegas, cultivando relações humanas de serena amizade e de profunda fraternidade, paulatinamente vão crescendo no amor vivo e pessoal a Jesus Cristo, Bom Pastor. Esta experiência os fortalece para que mais tarde possam assumir com liberdade e humildade a vida celibatária, tão necessária para o exercício pleno da vida sacerdotal.

Na dimensão espiritual, graças ao testemunho dos formadores que, amavelmente, acompanham os seminaristas no desenvolvimento de sua vocação, o tempo vivido no Seminário é um tempo precioso quando desenvolvem uma relação de comunhão e de amizade profunda com o Senhor. Busca-se essa amizade com Jesus por meio da fiel meditação da Palavra de Deus - a Lectio Divina - pela participação ativa dos mistérios sacrossantos da Igreja, sobretudo da Eucaristia; como também, através das orações da Liturgia das Horas, das adorações ao Santíssimo Sacramento, do santo Rosário que diariamente nos leva a amar sempre mais a Santíssima Virgem Maria - mãe de Jesus e modelo para todos os sacerdotes - da Direção Espiritual, da Confissão frequente, dos Retiros Espirituais, das conversas com os formadores, das Leituras Espirituais... Tudo isso ajuda os seminaristas a viverem em íntima comunhão e familiaridade com Deus Pai, e a buscar, com perseverança, uma amizade íntima com Jesus, com quem se configuram através da ordenação presbiteral.

Na dimensão intelectual, a vida no Seminário estimula os jovens candidatos ao sacerdócio a estudar e dá suporte para que perseverem nos estudos. Cada um é motivado firmemente a apreender os conteúdos lecionados. A formação intelectual é de suma importância em vista do ministério pastoral do presbítero chamado a enfrentar os desafios da nova evangelização. Por isso, devem estudar e aproveitar o máximo do tempo para aprimorar seus conhecimentos.

Sem uma experiência de vida no Seminário, não há condições de se ter uma formação que prepare bem - e integralmente - os jovens chamados à vida sacerdotal, sobretudo nos dias atuais quando o mundo nos atrai para satisfazermos somente nossas necessidades puramente terrenas.

“Sem dúvida, os seminários e as casas de formação constituem um lugar privilegiado - escola e casa - para a formação de discípulos e missionários. O tempo da primeira formação é uma etapa onde os futuros presbíteros compartilham a vida, a exemplo da comunidade apostólica ao redor do Cristo ressuscitado: oram juntos, celebram uma mesma liturgia que culmina com a Eucaristia, a partir da Palavra de Deus recebem os ensinamentos que vão iluminando sua mente e modelando seu coração para o exercício da caridade fraterna e da justiça, prestam serviços pastorais periodicamente a diversas comunidades, preparando-se assim para viver uma sólida espiritualidade de comunhão com Cristo Pastor e docilidade à ação do Espírito Santo, convertendo-se em sinal pessoal e atrativo de Cristo no mundo, segundo o caminho de santidade próprio do ministério sacerdotal.” (Aparecida, 316)

Tenhamos um grande amor aos nossos seminários e uma profunda gratidão pelos que ali trabalharam ou continuam trabalhando. Deus é fiel. Ele realiza sua obra com todos os que, de coração aberto e com humildade, se colocam ao seu serviço. Agradeçamos a ele pelas maravilhas que realiza na Igreja através dos seminários!

Mesmo que muitos tenham passado por eles e não tenham chegado ao sacerdócio, tenho certeza de que alí receberam uma excelente formação e que, hoje, estão na sociedade servindo o próximo de diversas formas. Os seminários estão a serviço da Igreja e da sociedade.

Dom Celso Antônio Marchiori



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Missa no Propedêutico - Padre Junior

Recebemos ontem a visita do Pe. Nilton Ficone, mais conhecido como Pe. Junior. Ele é pároco da paróquia Santo Antônio (Taboão), e é também o formador dos seminaristas Rafael (propedêutico) e Willian (1º ano de filosofia).

Agradecendo o convite, disse que era muito bom estar nessa casa, onde ele também foi formado. Voltar aqui é como um reavivar da vocação, afinal ele esteve aqui como Diácono e também depois de ordenado sacerdote, como vice-reitor.

Na Missa, celebrando a Exaltaçao da Santa Cruz, falou da importância de amarmos a Cruz e de nos mantermos unidos à ela. Pela dor e pelo sofrimento da Cruz o Cristo nos resgatou e nos deu a salvação, é também vivenciando a nossa cruz de cada dia que nos aperfeiçoaremos e cresceremos na fé, para o encontro pleno com Cristo.
Muito simpático, jantou conosco e falou-nos, entre outras coisas, de sua paróquia, dos trabalhos e projetos.
Padre Junior, muito obrigado pela visita, pela atenção e pela simpatia. Que o Senhor o fortaleça a cada dia em sua vocação e em seu ministério. Conte sempre com nossas orações!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Missa no Propedêutico - Pe. Fabio Sandoval

Recebemos essa semana o Padre Fabio, que é administrador da Paróquia Nossa Senhora Aparecida I - Monte Kemel, na forania Morumbi. O Padre Fábio é também o formador do propedeuta Wallace.

Agradecendo o convite, disse que se alegrava de poder celebrar conosco. Falou que aqui se encontram as esperanças de nossa Igreja, que somos o futuro dela.
Comentando o Evangelho (Lc 4,31-37), disse que não é somente um homem possuído que deve ser libertado, mas é também a humanidade que precisa se liertar de toda influência exercida pelo mal em nossas vidas. Ao fim almoçou conosco.

Agradecemos ao Padre Fabio Sandoval por ter aceito nosso convite e agradecemos a Deus pela vocação e pelo ministério do Padre Fabio. Que Deus o acompanhe e lhe dê sempre força em seus caminhar.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

CONGREGAÇÕES RELIGIOSAS

NO DIA 18 DE JULHO ACONTECEU OS A CONSAGRAÇÃO DA IR. CRISTIANE.



Veja abaixo a sua fala e suas fotos:








Minha consagração(Votos Perpetuo) ao Senhor foi um momento especial na minha vida sei que estou dando continuidade nos planos, de Deus na minha vida .Sendo vocacional os votos para mim são entendidos como um chamado a um convocação a “obra genuinamente divina. É uma maravilha da graça. Ele implica na irrupção de Deus na história para comprometer o homem( mulher) na obra da salvação como co-laborador. Em todos os níveis da historia da salvação Deus chama. Toda vocação sempre implica numa con-vocação porque o plano de Deus é essencialmente comunitário. O chamado de Abraão já o demonstra: “Por ti serão benditos todos os povos da terra” (Gn 12,3)”.


A vocação religiosa


A vocação religiosa é assumida por homens e mulheres que foram


chamados a testemunhar Jesus Cristo de uma maneira radical. É a


entrega da própria vida a Deus.


Os religiosos vivem: como testemunha radical de Jesus Cristo, como


sinal visível de Cristo libertador, a total disponibilidade a Deus, à


Igreja e aos irmãos e irmãs, a total partilha dos bens, o amor sem


exclusividades, a consagração a um carisma específico, numa


comunidade fraterna, a dimensão profética no meio da sociedade,


assumem uma missão específica. Um religioso vive em primeiro lugar a sua consagração nos votos, depois, por carisma congregacional, por


vocação e necessidade da Igreja, A Vida Religiosa Inserida é desafiada na tolerância e no cotidiano da vida dos excluídos. É uma graça do Espírito Santo, partilhar da vida dos últimos


O voto assumido é sinal visualizador do Reino presente. Sinal sempre


profético e nunca mesclado das coisas “do mundo”.


Posso disser com muito confiança que cada dia me sinto mas feliz em ser uma Esposa do Senhor e servindo na minha congregação

(Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição de Maria de Bonlanden.)




Irmã Maria Cristiane de Carvalho FB

Leigos, na cidade dos homens, construtores da cidade de Deus


No mês das vocações, destacamos a vocação dos cristãos leigos e leigas. São todos os membros da Igreja que vivem sua fé e sua consagração batismal nas condições ordinárias da vida: na família, nas profissões, no mundo da cultura ou exercendo responsabilidades sociais. É esse imenso povo de Deus presente em todo o tecido social, permeando-o com o sal e fermento do Evangelho e irradiando sobre as realidades deste mundo a luz de Cristo, que ilumina sua própria vida.
Com frequência, somos levados a considerar como “cristãos leigos” apenas aqueles que realizam atividades pastorais no ambiente eclesial propriamente dito. Certamente, a sua participação na vida da Igreja, naquilo que lhe compete, é de suma importância e a Igreja agradece a sua colaboração generosa nas diversas responsabilidades das comunidades eclesiais, como a catequese, a animação litúrgica ou as muitas formas de ação pastoral e administrativa. No entanto, nem todos os fiéis leigos poderiam estar empenhados em alguma pastoral.
De fato, porém, a vocação primordial dos fiéis leigos é testemunhar a novidade do Reino de Deus no “mundo secular” (cf LG 31), lá onde a Igreja não está presente de forma institucional. Trata-se de um vastíssimo e desafiador campo para a ação missionária da Igreja, a ser atingido sobretudo através dos leigos. A vida na comunidade eclesial, as celebrações litúrgicas e as organizações eclesiais são momentos e espaços necessários para o cultivo e a alimentação da fé, para o suporte e o preparo para a ação no mundo; toda a vida do cristão leva à Eucaristia e, dela, tira sua força toda a fecundidade para a vivência apostólica diária. O mesmo poderia ser dito da Palavra de Deus: dela parte todo impulso para a missão e, ao mesmo tempo, toda ação cristã no mundo requer constante retorno à Palavra de Deus para iluminar, discernir, encorajar e sustentar a vivência da fé. Mas a vida cristã não se restringe a esses momentos e espaços.
Na solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao céu, celebrada dia 15 de agosto, apareceu mais de uma vez a menção do simbolismo bonito da “arca de Deus”, introduzida na cidade santa (1Cr 15; Sl 131/132). A arca continha as tábuas da Lei de Deus e lembrava sempre a Aliança de Deus com seu povo no sopé do Sinai: “se guardardes as minhas palavras, minhas leis e mandamentos (...), eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo”. Depois de edificar a cidadela de Sião (Jerusalém), Davi introduziu nela a arca para simbolizar a permanente presença salvadora de Deus com seu povo (cf 1Cr 15). E a observância da suprema Lei era sinal de fidelidade do povo ao seu compromisso para com Deus: “Faremos tudo o que o Senhor nos ordenar”. Ao mesmo tempo, esta fidelidade a Deus ordenava o convívio social e assegurava a paz.
A imagem da arca é aplicada a Maria, que nos trouxe o Salvador e supremo revelador da vontade de Deus. Bonito é o Evangelho da visita de Maria à sua prima Isabel (cf Lc 1,39-56); ela é a arca da Aliança introduzida na casa de Zacarias e Isabel; a casa fica cheia de Deus! Elevada ao céu, Maria é a arca de Deus introduzida solenemente na “cidade santa”, a Jerusalém celeste e definitiva, anúncio e sinal da plenitude da redenção, quando também a morte será vencida (cf Ap 11,19; 12,10).
A imagem da arca também se aplica à Igreja que, à imagem de Maria, e tem a missão de ser o sinal da perene presença e ação salvadora de Deus no meio dos homens. A comunidade cristã, Igreja viva, e cada um de seus membros, deve irradiar o reino de Deus no mundo; pela ação missionária da Igreja, a cidade dos homens, edifica-se em cidade de Deus, até que chegue o grande “dia do Senhor”. Esta missão cabe, de maneira especial, aos cristãos leigos e leigas, que estão em contato direto com as “realidades terrestres” e atuam no “mundo secular”.
O Concílio indica que é lá que os leigos são chamados por Deus “para que, exercendo seu próprio ofício guiados pelo espírito evangélico, como o fermento na massa, de dentro contribuam para santificar o mundo. E assim manifestem Cristo aos outros, especialmente pelo testemunho de sua vida resplandecente de fé, esperança e caridade” (LG 31). Vocação bonita e missão grandiosa, para cuja realização podem contar com a fidelidade de Cristo Salvador, que os envia: “eu estarei sempre convosco, até o fim dos tempos” (Mt 28,20).

Cardeal Odilo Pedro Scherer

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Seminários Diocesano Convida:


Na próxima quinta feira dia 12 de Agosto, dentro da semana nacional da família, nosso bispo diocesano dom Luiz Antonio Guedes celebrará missa para as famílias dos seminaristas. Os seminaristas dos três seminários da nossa diocese estarão presentes e recepcionarão os seus familiares.

Para essa missa estão convidados também os benfeitores e os amigos dos seminários, a quem desde já agradecemos a presença, o incentivo e as orações.

sábado, 7 de agosto de 2010

Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus


O carisma de Madre Cabrini e de suas irmãs é fundado sobre o amor: contemplação de Cristo e do seu amor redentivo.
Francisca Xavier Cabrini, desde sua infância desejava ser missionária. aos 30 anos de idade, com uma formação religiosa e espiritual sólida, de grande maturidade, fundou a congregação das missionárias do s.c.de jesus. O bispo da época disse-lhe: “deseja tornar-se missinária: ora, chegou o tempo" e em 1880 dia 14/11, nasce o instituto das missionárias do S.C.J., na pobreza, simplicidade e confiança na providência de Deus.
Aberta aos apelos do seu tempo, Francisca Cabrini , dócil às inspirações do Espírito Santo , fundou várias missões em diversos paises a fim de atender as necessidades da juventude, que vivia abandonada, e aos emigrantes que foram forçados a sair de sua pátria.

Há 130 anos as MSCJ atuam em várias partes do mundo; na inserção, no meio popular, na formação de lideranças, nas comunidades eclesiais de base, na educação da juventude, da criança, da família e nas demais realidades do Brasil e do mundo.

Como missão: A defesa da vida.
Objetivo principal: Tudo para a maior glória do Coração de Jesus.
Espiritualidade do coração de jesus: amor misericordioso por toda a humanidade.
Espiritualidade de amor eucarístico: para fortalecer o nosso ideal missionário
É missionário: a sede de estender o amor de cristo ao mundo.
Reparação: formar um ser humano novo, restaurando a sua dignidade para que todos tenham mais vida.
É mariano: tem maria como modelo de fé e formação
É eclesial: sensível às necessidades da igreja e do mundo.

Para mais informações: 5513-7724, falar com Ir. Albertina, MSC

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Missa no Propedêutico - Pe. Edmilson


Retornando de nossas férias, recebemos ontem a visita do Pe. Edmilson Bhering, administrador da Paróquia Verbo Divino (Mirim-Guaçu), que também é padre formador dos seminaristas Thiago (propedêutico) e Rodrigo (filosofia).
O Pe. Edmilson celebrou em nossa capela e depois almoçou conosco. Agradeceu muito o convite e iniciou a celebração pedindo a Deus por todas as vocações, e em especial pelas nossas.
Na homilia, partilhando sobre o Evangelho em que Cristo caminha sobre as águas, nos disse que como Cristo devemos também ir ao encontro do Mestre, sem hesitar, sem pensar muito. Mas, para além de Pedro, somos convidados a não desviar o olhar de Jesus e a não deixar que qualquer vento nos derrube, ou nos tire do caminho.
Partilhou um pouco da sua experiência vocacional, e da sua vivência de seminário. Disse-nos que para sermos bons padres, é indispensável que olhemos para São José: ele não era o pai biológico de Jesus, mas soube acolhê-lo como seu filho e protegê-lo e ajudá-lo enquanto viveu, assim também nós seremos pais espirituais do povo que Deus nos confiar e devemos saber nos dedicar a este povo.
Então que São José, Patrono da Igreja, nos conduza sempre e interceda por nós!

Agradecemos ao Pe. Edmilson, por aceitar nosso convite e por ter estado conosco nessa tarde. Que Deus o abençoe sempre, e sempre mais, para que você seja um pastor fiel do rebanho que Ele mesmo te confiou!